Removendo o VMware Workstation do Ubuntu 20.04 (Passo a Passo)

Removendo o VMware Workstation do Ubuntu 20.04

O tema de hoje é sobre como estar removendo o VMware Workstation do Ubuntu 20.04.

Caro leitor, antes de tudo seja bem-vindo ao Blog Jefferson Castilho. Remover o VMware Workstation do Ubuntu corretamente evita módulos de kernel travados e resíduos de configuração espalhados pelo sistema — este guia cobre o processo completo, do desinstalador oficial até a limpeza final.

Neste artigo trago uma dica rápida de como remover o VMware Workstation no Sistema Ubuntu 20.04.

Primeiramente para a execução deste processo você precisa estar no modo “Root” que podemos no terminal executar o comando “sudo su”.

Após isso o comando para execução da desinstalação por completo é “sudo vmware-installer -u vmware-workstation” e depois selecione a opção “Y”.

Removendo o VMware Workstation do Ubuntu 20.04

Erros comuns ao remover o VMware Workstation do Ubuntu

  • “vmware-installer: command not found” — o binário do instalador só existe se a instalação original foi feita pelo bundle oficial (.bundle) da VMware. Se o VMware foi instalado por outro método, use sudo vmware-installer -l pra listar os produtos registrados antes de tentar remover.
  • Módulos do kernel (vmmon/vmnet) continuam carregados — depois da desinstalação, confira com lsmod | grep vmw. Se ainda aparecerem, rode sudo rmmod vmmon vmnet ou reinicie o sistema pra garantir que não sobrou nada preso na memória.
  • “Permission denied” no meio do processo — o comando precisa rodar como root de verdade (não só com sudo na frente); confirme que está no modo “Root” (sudo su) como indicado acima antes de rodar o vmware-installer.

Limpando resíduos deixados pelo desinstalador

O desinstalador padrão não limpa 100% dos arquivos de configuração. Depois de remover, vale checar (e apagar, se não for reinstalar) os diretórios abaixo:

sudo rm -rf /etc/vmware /etc/vmware-installer

rm -rf ~/.vmware

Esses diretórios guardam configuração de rede virtual, licença e preferências da interface — deixá-los pra trás não quebra nada, mas também não faz sentido manter se a intenção é remover o produto de vez.

Verificando se a remoção foi completa

Antes de dar o processo por encerrado, confira se não sobrou nada registrado no sistema:

sudo vmware-installer -l

Esse comando lista os produtos VMware ainda reconhecidos pelo instalador. Lista vazia significa que a remoção foi completa. Complementarmente, confira se as interfaces de rede virtual criadas pelo Workstation (normalmente vmnet1 e vmnet8) desapareceram da saída de ip addr — se ainda aparecerem depois do reboot, é sinal de que algum módulo ficou preso e vale repetir a checagem de lsmod feita na seção de erros comuns.

Se no futuro você for reinstalar o VMware Workstation no mesmo Ubuntu 20.04, vale lembrar que versões mais recentes do kernel podem exigir recompilar os módulos vmmon/vmnet — um problema comum é justamente a mistura de resíduos da instalação antiga com os módulos da instalação nova, mais um motivo pra fazer a limpeza completa antes de reinstalar. Se a ideia é migrar as VMs que rodavam no Workstation pra um hypervisor de servidor, já mostrei por aqui como importar um template .ovf no VMware — o caminho mais direto pra levar essas máquinas virtuais pra um ambiente vSphere/ESXi sem recriar tudo do zero.

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Muito obrigado pela visita e até o próximo post!

Jefferson Castilho Especialista em Cloud & DevOps.


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